Blog do grupo 5 da turma 12. Composto pelos integrantes:

Paulo Roberto nº 23
Pedro Ribeiro nº 25
Vicente Roberto nº 27

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

9ª Oficina

A 8ª oficina foi utilizada como consulta para fazer a 9ª. Nessa oficina, o grupo foi o mesmo, Paulo, Pedro e Vicente.


               Unificação alemã 

Respostas das questões:






a)  Podemos considerar o sistema político alemão atrasado em comparação a outras nações industrializadas por dois ângulos de raciocinio,o primeiro pode ser visto ao se observar as diferentes ideologias que se firmaram em projetos distintos: Os grandes industriais queriam reformas garantidas por uma constituição; A pequena burguesia queria a democracia, defendia a federação e não o centralismo unitário. As lideranças urbanas e o operariado se baseavam nas idéias socialistas. Ou seja a população se mantia dividida em relação a ideologia polítca que devia ser seguida. O outro ângulo de visão é ao observarmos o poder detido no cargo de kaiser que chegava a constituir um gabinete de um homem só.





b)  O rápido desenvolvimento ecônomico da Alemanha acabou por criar  várias classes sociais,além das já existentes e essas classes sociais tinham realidades diferentes e por isso aderiram a ideologias diferentes criando um conflito entre intereses dos industriais,burgueses e do operariado pois enquanto o operariado se baseava nos ideias socialistas os grandes industriais defendiam reformas na constituição e a pequena burguesia o federalismo o governo era contra os ideais dos operariados e tentam sufocar esses focos de ideais socialistas.



c)  Uma das estrategias de Bismarck para conter problemas polítcos internos foi uma reforma social com a intensão de conter a classe trabalhadora e diminuir a influência socialista e criar uma previdência social para incentivar o nacionalismo.Essa previdência ainda está em vigor.Outra estratégia de Bismarck foi a relaização da política de alianças dos junkers(entre grandes proprietários e aristocratas) com a alta burguesia, e através dela resolveu fortalecer o Zollverein,intensificando a integração dos Estados alemães além de modernizar o exército, sendo isso de grande importância para as batalhas que aconteceriam nos anos seguintes. Para levar a cabo a reforma militar, Bismarck prescindiu no Parlamento: "Os problemas de hoje não se decidem com discurso, nem tampouco com o voto das maiorias. Esse foi o grande erro de 1848 e 1849. Decidem-se com ferro e sangue".



d)  Uma das principais caracteristicas do governo de Guilherme II foram os conflitos que o mesmo criou com os outros paises europeus diferentemente do seu antecessor  que procurou fazer acordo com vários paises da Europa. Politicamente iniciou uma política conhecida como Werinchtung, que visava aliviar o descontentamento do proletariado e evitar o crescimento do Partido Socialista. Sem êxito desencadeou uma política de intenso nacionalismo, de promover o prestígio internacional da Alemanha e defender uma política de âmbito mundial. Assim empreendeu um programa de fortalecimento das forças armadas, em especial da Marinha, o que provocou a desconfiança das nações europeias. Acirrou a rivalidade anglo-alemã, especialmente após o início da guerra dos bôeres (1899). Com a criação da tríplice aliança , constituída pela Alemanha, Áustria-Hungria e Itália (1882) contra a França, gerou em oposição a criação da chamada tríplice entende integrada pela França, Reino Unido e Rússia e, assim essa ambiciosa política de poder promoveu a intensificação de um complicado panorama político internacional que deu início a primeira guerra mundial (1914). Como resultado da guerra (1914-1918) veio a desagregação do império (1918) e o Kaiser foi obrigado a exilar-se nos Paises Baixos.

   Devido ao seu caráter autoritário e sua concepção de poder levaram Guilherme a um confronto com o chanceler Bismarck o fazendo renunciar do cargo pelo mesmo possuir maior influência que o imperador e assim causando certo receio e inveja do inesperiente imperador que julgava a posição dada a Bismarck cheia de muito poder ao se juntar a sua influência. O novo chanceler o ajudoua implantar o Werinchtung e outros planos políticos.


Paulo Roberto nº 23
Pedro Ribeiro nº 25
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

7ª Oficina de História

Essa o grupo foi diferente, eu Paulo fiz com o Gabriel Teixeira e com o Gabriel Dias essa Oficina. Então vou postá-la aqui no nosso blog e depois a do vicente e do Pedro, para que fique completo as atividades referentes ao tema Nacionalismo.

 
Existe mesmo uma democracia racial no Brasil ?

A população brasileira é dividida em basicamente três camadas sociais. A classe alta, a classe média e a classe baixa. Se formos a fundo no perfil desse povo, percebemos que a classe alta, principalmente e a classe média são compostas em sua maioria por brancos, e a classe baixa tem em sua maioria negros. Em um passado recente, vivíamos um período de escravidão no Brasil, que acabou mas trouxe um outro problema à essas pessoas.

Os negros na época da escravidão não eram considerados “gente” e por isso tinham grande dificuldade em arranjar trabalho após a abolição, pois os grandes latifundiários achavam que, como estavam pagando agora, deveriam pagar pelo trabalhador “qualificado”, que era o europeu.

Com o tempo, a população foi se miscigenando, e o preconceito foi diminuído. Os negros passaram a ser vistos de outra forma, não mais como “propriedade” e passaram a fazer parte da sociedade, mesmo assim com algumas heranças de um triste passado, que tem consequências até os dias de hoje. Podemos pegar o futebol como exemplo, depois de um tempo passaram a aceitar negros no time, e em diversos outros lugares.

Com isso, posteriormente, criou-se o conceito de democracia social, quando a situação da população negra já estava melhor.
A definição deste termo é algo subjetivo, todavia está estreitamente relacionada com a obra de Gilberto Freyre, (“Casa Grande e Senzala”), como na de outros autores em que o Brasil é tratado como um país em que mesmo havendo escravidão não há preconceito entre as raças. Democracia racial seria exatamente a miscigenação sem desvalorização de outras etnias, como se a construção da nacionalidade brasileira tivesse sido feita sem conflitos. Este conceito, no entanto, está ainda em formação e não é perfeito, puro. Para Freyre a situação vigente no Brasil é a maior aproximação à democracia racial existente em todo o mundo.

    Criador do controvérsio conceito de Democracia Racial, Gilberto de Mello Freyre, (Recife, 15 de março de 1900 — Recife, 18 de julho de 1987) foi um sociólogo, antropólogo, historiador, escritor e pintor brasileiro, considerado um dos mais importantes sociólogos do século XX.   

    Arthur Ramos de Araújo Pereira, médico psiquiatra, psicólogo social, etnólogo, folclorista e antropólogo brasileiro, foi um dos principais intelectuais de sua época. Teve grande destaque na construção do mito da democracia racial e foi também importante no processo de institucionalização das Ciências Sociais no Brasil.   
    Florestan Fernandes (São Paulo, 22 de julho de 1920 — São Paulo, 10 de agosto de 1995) foi um sociólogo e político brasileiro. Foi duas vezes deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores. O mito da democracia racial foi duramente criticado pelos historiadores revisionistas – liderados por Florestan Fernandes.
    Emília Viotti da Costa é autora de vários livros, entre eles Da Senzala à Colônia, publicado pela Unesp, que aborda a transição do trabalho escravo ao livre na zona cafeeira paulista e é considerado referência obrigatória para estudiosos do período. O mesmo livro lançou novos rumos para a produção historiográfica brasileira dos últimos 30 anos.

Não existe bem uma democracia social, mas nosso páis é bem evoluído na questão do racismo em relação a outros. No Brasil, a questão do dinheiro, independente da raça, influência no modo de olhar uma pessoa. Um poderoso empresário, dono de multinacional será visto como importante sendo branco, negro, índio, etc.
Um problema do Brasil, é que há uma certa tendência a se dizer que a pessoa é branca, se tenta ao máximo negar os traços negros ou índigenas. Se pararmos para ver, muitas pessoas mulatas são consideradas brancas, justamente por causa desse pequeno preconceito na mentalidade do próprio brasileiro.

Aos poucos, a situação vai diminuindo com os intensos programas de inclusão social e ações sociais por parte do governo, e outras instituições. O povo brasileiro é um povo unido, que tende a cada vez crescer mais e superar as adversidades que se encontra nosso país.




Gabriel Dias nº 5
Gabriel Teixeira nº 6
Paulo Roberto nº 23

6ª Oficina de História

Na 6ª Oficina começamos a trabalhar o tema Nacionalismo.




                        NACIONALISMO NO ROMANTISMO

O nacionalismo em sentido escrito seria o sentimento de valorização e indentificação com uma nação num ponto de vista ideológico.Surgiu na Europa pós-medieval a partir da superação da produção e consumo feudais pelo mercado capitalista. Esses mercados junto com as reformas protestantes e a criação de estados criaram culturas diferentes por toda a Europa ,criando diferentes modos nacionalistas.No século XX o nacionalismo o nacionalismo permeou movimentos radicais como o facismo, o nazismo e o integralismo no Brasil.
A presença do nacionalismo,principalmente o nacionalismo exarcebado,no romantismo foi uma caracteristica marcante desse movimento artistico e cultural, o qual tinha com influência as revoluções francesa e industrial que ocorreram no mesmo periódo do romantismo.Os ideais dessas revoluções se mostram presentes nas obras desse periodo,ideais como o de liberdade, igualdade e fraternidade que se originam da revolução francesa.
Conforme territórios delimitavam-se devido a conquistas territóriais, tornava-se propícia uma homogeneização interna de forma a difundir laços, costumes, língua comuns, unidade política em prol da centralização do Estado. Esta uniformidade permitiria uma identificação mútua e o surgimento do nacionalismo que tão logo se tornara um sentimento apreciado por membros da mesma Nação. Assim o movimento romântico ao buscar refletir o cotidiano nas artes, embebe-se no eminente estado psicológico de defesa e exaltação da própria Nação e culmina na sua exaltação. O nacionalismo para âmbito artístico engloba não só costumes e tradições compartilhadas como também abrange valores e emoções que movem a coletividade como um todo.

Ao analisar as obras de Richard Wagner, um grande autor romantista e nacionalista alemão, é possivel observar temas que por meio da cultura antiga dos povos germanicos abordam o nacionalismo alemão,como por exemplo na obra intitulada As valquírias onde ele utiliza seres da mitologia nórdica, dos antigos povos germanicos, para criar uma sensação de nacionalismo ao povo alemão,cuja maioria não descendia desses povos antigos.

Paulo Roberto nº 23
Pedro Ribeiro nº 25
Vicente Roberto n° 27